<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842</id><updated>2012-01-14T16:53:23.818-08:00</updated><category term='post gigante'/><category term='corrupção'/><category term='english'/><category term='colégio'/><category term='relationSHITS'/><category term='fears.'/><category term='jeitinho brasileiro'/><category term='educação'/><category term='blog'/><category term='mulher'/><category term='juventude'/><category term='relacionamentos'/><category term='concretismo'/><category term='sentimento'/><category term='crítica'/><category term='política'/><category term='comunicação'/><category term='aleatoriedades'/><category term='feminismo'/><category term='amizade'/><category term='filosofia'/><category term='fotolog'/><category term='alright still'/><category term='assalto'/><category term='paz'/><title type='text'>Ilucid Dream</title><subtitle type='html'>- paperback writer -</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-2527963725760076073</id><published>2011-11-15T17:35:00.000-08:00</published><updated>2011-12-25T11:45:28.337-08:00</updated><title type='text'>Controlling my feelings for too long.</title><content type='html'>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/3NZlwe4bwEE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Determinadas músicas, por mais recorrentes que sejam, conseguem expressar melhor o que você vem pensando por meses e a postura que quer continuar adotando, dessa vez como uma nova interpretação - ainda que com teoricamente o mesmo significante - e a surpresa de saber que por mais que você espere novos sentimentos, novas formas de ver o mundo, você irá se deparar em locais diferentes e pessoas diferentes com sentimentos mal acabados e mal interpretados, tendo que lidar mais uma vez com aquilo que você mais tem medo, ou que você simplesmente não sabe lidar.. ainda.&lt;br /&gt;A grande diferença da última vez que senti esse mesmo sentimento e que comecei o post vomitando um monte de frases que - para os outros - não tem nexo, é que agora eu sei que posso enfrentar e esperar o momento certo, agir com determinada paciência que antes me faltava, deixar de lado o desespero e agir racionalmente... Talvez isso, de fato, seja o maior sinal de maturidade que tenho adquirido esse ano, indo além da experiência de sair de casa e de todo conhecimento jurídico-filosofico que adquiri. A desilusão com o que existe é, de fato, mais forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"mas podemos mudar de situações caso aquela te incomode tanto que não dê pra aguentar, basta, para isto, ser forte. E eu, definitivamente, não sou."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive que passar por muitas situações e, ao mesmo tempo, abrir mão diversas vezes de determinados sentimentos mas, posso dizer agora, corrigindo: definitivamente, eu sou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-2527963725760076073?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/2527963725760076073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=2527963725760076073' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2527963725760076073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2527963725760076073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2011/11/controlling-my-feelings-for-too-long.html' title='Controlling my feelings for too long.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/3NZlwe4bwEE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-4688592855697457776</id><published>2011-01-10T14:08:00.000-08:00</published><updated>2011-01-22T20:54:13.970-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>She.</title><content type='html'>"A contemporaneadade trouxe diversos aspectos para a vida do ser humano, incluindo novas relações socioeconomicas e diversas formas diferenciadas - e porque não revolucionárias? - de encarar o mundo. Vivemos, então, em uma época em que conceitos anteriormente enraizados, vêm, cada dia mais, sendo desapropriados e, quando não destruídos, modificados. Dentre esses, vêm se destacando a questão do gênero, que não apenas traz questões sobre o conflito homem x mulher, mas também, nesse novo dinamismo, discute 'valores' e quais seriam afinal de contas o novo papel que o sexo assume na sociedade hoje tida como pós-moderna.&lt;br /&gt; As raizes de tais questões, porém, não são recentes e nos remetem a meados do século XX, quando o movimento feminista ganhou força, momento histórico em que várias mulheres do mundo inteiro passaram a tomar consciencia de sua condição e transformações efetivas passaram a ocorrer. No campo da medicina, por exemplo, os contraceptivos tiveram uma importância gigantesca na liberdade da mulher, trazendo não apenas a ideia do novo significado do ato sexual, mas, além de tudo, introduzindo um novo conceito de liberdade e uma nova visão da sociedade para com a própria mulher, pois conceitos milenares como o da mulher tida para 'reproduzir' foram colocados em cheque e, a partir de então, tidos como ultrapassados, mostrando que nessa 'simples' descoberta diversos paradigmas foram quebrados. Na mesma época, sociologos como Foucault passam a discutir a questão de genero e filosofas como Simone de Beauvoir não apenas se tornaram ícones do feminismo, mas trouxeram contribuições gigantescas para a sociedade com seus diversos trabalhos em vários campos.&lt;br /&gt; A partir de então, tais transformações foram crescendo e se alargando cada vez mais, como podemos observer no campo político, em que, no Brasil, o direito ao voto foi conquistado em 1930 e, em menos de um século, foi possível assistimos ser eleita com uma maioria substancial de votos a primeira mulher presidente do Brasil, a admirável Dilma Rousselff que, ao lado de mulheres como Cristina Kirchner, são a prova viva da nova mentalidade de grande parte da sociedade e do novo papel da mulher nos dias atuais. Filmes como O Sorriso de Monalisa e A Excêntrica Família de Antônia passam a entrar em cena e, dessa forma, colocam pessoas para refletir ao passo que contribuem para acabar o que ainda resta de preconceito.&lt;br /&gt; Entendo, dessa maneira, que a questão do papel da mulher na sociedade globalizada vem sendo demonstrada diariamente, no momento em que as mesmas são maioria em escolas e que demonstram estar conquistando seu lugar efetivo, tomando consciencia do seu papel e construindo uma visão para si (ao passo que destroem outras). Porém, também é sabido que tais modificações ainda estão longe de acabar, a partir do momento em que ainda existe preconceito e falta de conhecimento a respeito dessas questões. Por conta disso, acho necessário e extremamente importante que a mídia, os governos e a própria escola se empenhe na busca da conscientização das pessoas com o intuíto de continuarmos construindo esse novo contexto para a sociedade, colocando a mulher e o homem em evidência, de maneira igualitária não apenas na lei, mas também na prática."&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hmm.. Artigo de opinião que escrevi pro colégio, só pra treinar um pouco pra UFPB. Não tá muito bom e tal, mas é bom pra mudar um pouco o foco do blog, além do fato de que se encaixa perfeitamente bem no nosso contexto histórico.&lt;br /&gt;Passei no vestibular, então acho que vou começar a usar isso de uma maneira mais efetiva, nem que seja pra publicar alguns artigos de opinião ou ir treinando a escrita mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-4688592855697457776?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/4688592855697457776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=4688592855697457776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/4688592855697457776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/4688592855697457776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2011/01/o-novo-significado-do-ser-mulher.html' title='She.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-8754181176691903086</id><published>2010-07-05T20:38:00.000-07:00</published><updated>2010-07-06T00:56:45.987-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='post gigante'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aleatoriedades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colégio'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2fKTFxjr_lk&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2fKTFxjr_lk&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de colocar esse vídeo depois de praticamente 6 meses sem postar nada que preste (e com isso quero, sinceramente, incluir o post passado, porque toda vez que o leio tento entender o que tentei expressar mas.. acaba terminando sempre em um fail), não é apenas em relação ao fato de Snoopy ser um desenho que meus filhos irão assistir, mas justamente porque nesse vídeo acaba resumido os motivos pra que eu não venha postando ultimamente.&lt;br /&gt;O fato de começar me 'explicando' através desse vídeo não é à toa. Verdade é que, depois de ingressar nesse novo universo, o chamado '3o ano'/'pré-vestibular', parece que sua vida INTEIRA se resume a isso, todos os seus sonhos e expectativas estão depositadas no esforço que você deve/tem que realizar esse ano para que, chegando em novembro/dezembro, saiba preencher todas as bolinhas que irão definir sua vida por no mínimo um ano. Chega a ser irônico e demasiadamente assustador.. Bolinhas, pontinhos pretos/azuis que irão definir sua vida. A pressão que existe dentro dessa afirmativa é tão grande que chega a ser ridícula (no final.. talvez até seja).&lt;br /&gt;Pra quem me conhece, nada mais óbvio seria um post dizendo o quanto odeio o sistema educacional brasileiro e como acho que este não consegue medir nosso conhecimento mas sim a paciência e a (pasmem) falta de senso critico dos alunos. Só que, nesse momento, quero interligar alguns pontos que observei durante esses 6 meses pra que possa dá base as indagações que quero fazer aqui. So, let's go.&lt;br /&gt;Entrei para o 3o ano 'olímpico' do suposto melhor colégio da cidade. Tal idéia já começou a me intrigar, porque a alguns anos atrás a própria idéia de estar inserida em um ambiente em que todos ali foram julgados como 'superiores' aos outros me faria pensar realmente se estava no colégio certo, que iria de acordo com meus valores. Com o passar do tempo, fui descobrindo que até mesmo meus valores foram postos em teste e, não necessariamente encaro isso com uma coisa ruim, pois já que estamos na escola para aprender, por que não aprender um pouco mais sobre como devemos encarar a vida e nossos supostos princípios? Seja pra aprofundar no que acredito(ava) ou pra construir uma nova teoria, resolvi ficar na sala.&lt;br /&gt;Diante dessa idéia de desafio, de ver o que a sala 'tinha pra oferecer', deixei-me embarcar nessa 'aventura'. Comecei a observar as pessoas que estavam ali, percebi alguns que questionavam e isso levou a uma nova etapa no colégio, em uma sala de aula em que nem tudo que o professor falasse era engolido (e tanta coisa já se engasgou em mim, meu deus) sem antes ser realmente entendido. Por outro lado, percebi que tinha gente ali que seguia exatamente o padrão que o ensino brasileiro quer (ou pelo menos queria, antes do ENEM), aqueles que conseguem tirar nota boa na prova mas consciência critica que é bom? Nada.&lt;br /&gt;Sinceramente, acho que é aí que reside uma das maiores falhas do nosso ensino. Tem-se a idéia de que saindo do colégio, você é um cidadão formado para o mundo, que entende basicamente de cada uma das ciências e sabe aplicá-las no seu dia-a-dia. Com o vestibular, tornou-se evidente que isso vem sendo esquecido cada dia mais. Algumas pessoas que são aplaudidas por conseguir uma classificação boa em algumas provas são as mesmas que, parando pra conversar, me deparo diversas vezes com frases como "Não gosto de política. Acho tudo idiotice e só tem corrupção e ladrão ali" ou outras como "Ler é perda de tempo, consegui fechar a prova de literatura sem ler nenhum livro". Diante disso, paro e reflito... Certo que cada um tem sua opinião e que, teoricamente, a partir do momento em que estamos numa democracia, devemos tentar entender cada ponto de vista e respeitá-lo. Mas até onde uma pessoa que pensa assim está pronta pra ingressar na universidade, se graduar e ser considerado um cidadão formado, com capacidade de estar não apenas no mercado de trabalho, mas que basicamente tem um nível cultural e intelectual que abrange diversos conhecimentos? Será que o único fato de conseguir solucionar uma 'prova' responde por todo esse questionamento? A opinião não conta? E, se sim, que tipo de opinião? Não seria, então, antidemocrático estabelecer um tipo de opinião como correta, ao passo que seria um 'erro' colocar apenas uma 'prova' para medir conhecimento e esquecer que a formação de um cidadão não se trata apenas disso?&lt;br /&gt;O problema que reside nessa questão vai além disso, se trata também do papel da escola na vida dos alunos e até onde ela deve interferir em nossa educação. Pergunto-me, realmente, qual seria o papel da educação nos dias de hoje, se não apenas uma 'decoreba' para passar no vestibular (que, afinal, se tornou um FIM e não um MEIO). E os professores, autoridades que supostamente são chamados de educadores, até onde devemos ou podemos questioná-los? Nesse ponto, lembro de duas cenas que presenciei, para piorar a raiva contida que tenho do fato do ensino brasileiro cobrar um exagero de conhecimento sobre algumas áreas (exatas, pra ser mais especifica) e desprezar outras (humanas), as duas cenas mais absurdas que aconteceram em minha sala foram com um professor de matemática e outro de física. O primeiro retirou pontos de uma questão de uma aluna porque a mesma não expressou seu raciocínio lógico através de cálculos e sim por extenso, dizendo que ali 'não era uma prova de redação'. A outra cena se tratou de um professor de Física chutando um livro em sala de aula por dizer que 'tem muito desses lá em casa, esse aí é lixo'. Me pergunto, então, nos dois casos, onde está o suposto senso crítico, a inteligência, o bom senso e a ÉTICA de pessoas que são nossos EDUCADORES e deveriam estar ali não somente pra nos fazer aprender formulas mas pra ensinar como agir e como formar nossas opiniões e pensamentos.&lt;br /&gt;Então, fica a pergunta no ar, qual seria o papel do colégio? Educação, decoreba, ensinar como resolver problemas e decorar 'fatos' históricos, formar senso crítico ou o quê? Nesse ano, esses questionamentos são alguns dos mais presentes na minha rotina e resumem um pouco do que tenho visto e aprendido, mudando um pouco o foco desse blog (porque, realmente, não há tempo para o amor, como diz o vídeo) e trazendo um novo angulo que anteriormente eu havia esquecido. (até porque.. será que até mesmo o amor não inibe um pouco um senso crítico?).&lt;br /&gt;E, afinal... Do que se trata o senso crítico?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-8754181176691903086?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/8754181176691903086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=8754181176691903086' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/8754181176691903086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/8754181176691903086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2010/07/httpwww.html' title=''/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-639131306447320932</id><published>2010-02-18T16:17:00.000-08:00</published><updated>2010-04-06T17:56:05.323-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fears.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aleatoriedades'/><title type='text'>The Birth and Death of the Day.</title><content type='html'>Não, a culpa não era de um relacionamento frustrado.. Nem dela ter morrido, de algum caso mal-resolvido. A culpa não era, não é, dos conflitos gerados em casa. A culpa, definitivamente, não está nos livros que não fazem mais sentido. Nem mesmo na droga do colégio que já não a faz mais querer estar lá. A culpa não é da sua memória afetada, muito menos da bebida, que sua mãe custa em julgar. A culpa não era do ano passado inteiro, de todas as vezes que errou e se sentiu sozinha depois. A culpa não é de ter dormido tantas vezes sozinha, querendo ter alguém para ao menos pensar. A culpa, mais uma vez, não foi de ter acabado tudo que ela custava em acreditar. A culpa, meu deus, não foi dela, que por estar longe não pode ajudar. A culpa.. Que culpa? Ah, aquela que ela passou o ano todo julgando, perguntando, procurando, pensando. Aquela que tantas vezes foi citada por aqui numa tentativa de encontrá-la, de acusá-la, de trazer aquela paz que definitivamente não PODE nem DEVE existir. É, aquela culpa.. Sabe, demorou, entende? Foi difícil enxergar, no começo, por tentar de toda forma encontrar um anteparo, um estepe, um encosto pra aguentar as derrubadas e essa mania de achar que está sempre atrás. E, putz, ela estava. Acostumada a passar primeiro por todas as emoções, por tomar sempre as decisões certas, ter sempre algo em mente e ter uma causa, ideologia, razão.. razão? um chão, na verdade, algo pra se firmar, como já disse. Acostumada a não ser ultrapassada, a não ver ninguém crescer mais que ela. Mas isso se perdeu, mudou. Tentou culpar o mundo depois de tantas tentativas, tentou se localizar em alguém, tentou se localizar com livros, talvez se perder completamente com a bebida, com o existencialismo (afinal, que porra de filosofia é essa que sempre intrigou todo mundo?), tentou falar alto, tentou ficar calada pra só ouvir e foi se reprimindo mais por achar que estava cada dia mais errada... Chegou a inconstância, a tristeza, a falta de objetivo por perceber que não há o que fazer, que não se pode se achar procurando algo.&lt;br /&gt;E então percebeu. Percebeu que se achasse, não teria lógica. Percebeu que o problema dela era não ter mais paciência o suficiente pra se preocupar com as próximas roupas que iria usar, paciência pra entrar nas comunidades mais cool e selecionar os amigos que poderiam ou não fazer parte de sua elite pessoal. Sem paciência pra entender e postar diversas vezes Caio Fernando Abreu dizendo ser ele o mais bonito do universo e até mesmo, por uns tempos, cansou de blog, de beber, de viver um universo em que ser você mesmo é OBRIGATÓRIO e isso acaba te fazendo mentir, te desvirtuando do principal. Aliás, até hoje ela não descobriu o que é o principal. As respostas pras questões que aqui estão, ela ainda não descobriu, como por exemplo se vale a pena amar, se vale a pena beber até chorar, se vale a pena se expor a todas as emoções or just feel no pain, being one island, se se se se... Enfim.&lt;br /&gt;Só que, durante todo esse caminho, entre tantas perdições, ela aprendeu algo. Depois de ter se declarado, de ter saido da ingenuidade até chegar ao ponto de ter nojo de si mesma. Quando estava cansada. Simplesmente foi deixando as coisas andarem, curtindo cada momento, let it be. Se encontrando em outras pessoas, observando cada dia mais os outros tipos de realidade e, apesar de não ser mais aquela menina que assiste as pessoas passarem em seu rodo-cotidiano, com as idéias cada dia mais perdidas e sendo apenas como mão-de-obra num mundo tão mais interessante e ao mesmo tempo contraditório... Apesar de não ser aquela menina, continuou com a mesma paixão que havia antes por observar os locais, por escrever, por ouvir uma música e decifrar o que aquilo quer dizer pra ela, pra você. Assim, eu poderia dizer que foi do nada, parecia mais bonito né? Mas não foi. Custou, cara, custou muito e ainda custa bastante colocar os pés no chão e perceber que voar é melhor do que está inserido nessa pseudo-realidade frustrante. Custou tanta coisa e pode vir a custar mais, se ela mudar de idéia. Afinal, não se cresce de um dia pro outro, não se muda de idéia assim, do nada. É difícil encontrar diante de tantas dúvidas, uma paz.&lt;br /&gt;Paz. Um belo dia ela acordou, tranqüila e percebeu que apesar de todo o caos que era sua vida, o tempo trouxe, sutilmente, a pseudo-paz que ela precisava. Não é que não seja paz, não é que esteja errado... Apenas trouxe alguma coisa pra pensar, um quase-objetivo.&lt;br /&gt;Ela deixou de lado o que incomodava... Ela passou a conviver com seus defeitos, afinal, 'ninguém sabe qual é o defeito que sustenta todo o edifício que é sua vida'. Ela voltou a ler, a se apaixonar, se excitar e pensar em como poderia melhorar, mesmo sabendo que diversas vezes era encarada como pseudo-something. Afinal, de pseudo todos temos um pouco. Ela parou de se importar.&lt;br /&gt;Ela cresceu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-639131306447320932?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/639131306447320932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=639131306447320932' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/639131306447320932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/639131306447320932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2010/02/birth-and-death-of-day.html' title='The Birth and Death of the Day.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-8702962329293625620</id><published>2009-12-14T20:05:00.000-08:00</published><updated>2009-12-15T11:47:11.071-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fears.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aleatoriedades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sentimento'/><title type='text'>I love you sometimes always never.</title><content type='html'>Inconstância. Talvez seja isso que eu esteja passando, ou simplesmente uma característica minha apurada, no momento. Ao passo que aproximadamente uma hora atrás escrevo um post estilo crônica, irônico e divertido, o momento passa, deixando um vazio. E nesse vazio tenho residido. Não é o tom de férias e o ócio que acompanha, talvez tenha a ver com o fato do fim do ano se aproximar (e, realmente, a nostalgia tende a se tornar cada vez mais forte, até que o sentimento se rompe em lágrimas, ao passar do ano, entre tantos fogos de artifício), talvez o fato dos meus sweet sixteen estarem realmente acabando (infelizmente, felizmente acabando..), mas principalmente, o que me deixa nesse vácuo profundo em que todas as palavras se perdem e escrever aqui já não me alivia é essa falta de objetivo... ou de tantos, vários, que dificulta a mínima realização, por achar que os poucos que consigo não são o bastante, não me completam.&lt;br /&gt;Angustiante saber que meus sweet sixteen estão prestes a acabar e tantas coisas não foram realizadas. Não apenas porque sempre gostei dos 16 anos, uma idade tão intermediaria e linda... Mas também por descobrir novamente que algumas partes do crescimento que desejava não é assim tão bonito quanto se pensava. É difícil perceber que meu ano tão 'badalado' e cheio de besteiras que tanto sonhei em fazer, todas as noites na cachaçaria, no parque do povo, no bronx, no tenebra, todas as bebedeiras incontáveis, na casa dos amigos ou whatever, tudo que foi feito... Foram colocadas sobre um pano de fundo onde há um vazio gigantesco que não sei definitivamente quando surgiu. Essa falta de algo acaba me tornando inerte ao que possa levar.&lt;br /&gt;E na medida em que o tempo avança, que as coisas tomam destinos, mergulho nesse mar morto cada dia mais. Não tão somente pela idade, pelo 3o ano, pelos cursos e decisões prestes a serem tomadas, mas por olhar pra essa liberdade recém conquistada e me perguntar o que fazer dela. Que destino dá a meus princípios ainda não completamente formados, passivos de serem modificados, tantas filosofias e meios de ver observar o mundo e, ainda assim, não haver uma que meu atraia a ponto de adquirir uma posição. É como se nessa mudança de idade eu quisesse ficar ainda no estágio de escuta, de mera observadora nas discussões que me cercam... Continuar na velha relatividade, acreditando que tudo é passivo de mudança e não há necessidade de se assumir uma postura (ao menos não ainda). Só que, aos 17 anos, em um momento em que suas decisões viram protagonista da sua vida, mostrando que agora é com você que as rédeas estão, torna-se difícil continuar nesse meio de ver o mundo, nesse comodismo, just looking.&lt;br /&gt;E é nesse ponto que a inconstância retorna. A relatividade vem daí. A mudança de humor, de pensamentos e ways of(f) see our life, se torna um embaralhado gigante e faz com que os sentimentos sejam os mais diversificados. Os milhares de pensamentos e assuntos que decorrem de um tópico apenas fazem com que sua cabeça gire, que posts como este fiquem uma bagunça de conteúdos e temas, mudanças estranhas de pensamentos e falta de coerência, talvez porque tudo anda assim, sem um rumo... Talvez porque a vida seja assim inconstante e isso seja o tom de emoção que há na mesma... Talvez porque, realmente, pôr em cheque o que se pensa faz-se necessário cada momento e mudar não seja um problema, mas até que ponto?&lt;br /&gt;Principalmente por ser alguém de extremos, as coisas tendem a me irritar. Viver nesse talvez, nesse cansaço de nunca tomar uma decisão concreta, de passar a vida devaneando sobre o passado que deveria servir de parâmetro pra não cometer erros no futuro... Parece que o momento passou, that I missed the starting gun, que eu sou a Carolina que ficou na janela observando a banda passar.&lt;br /&gt;A vontade de ter mais tempo pra pensar, pra decidir, de parar no momento e analisar minha vida. And, in the other hand, aquela velha vontade de tomar uma posição, começar a agir até que essas dúvidas passem.&lt;br /&gt;Talvez com o tempo isso passe... Talvez não. Sei que agora, nesse momento, está escuro, está chovendo. E fica difícil decidir que palavras usar quando não há o que defender e há tanto no que pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'It's growing cold&lt;br /&gt;I'm growing old&lt;br /&gt;Is this the only way to see the fire?&lt;br /&gt;It's raining...'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ Porcupine Tree.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-8702962329293625620?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/8702962329293625620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=8702962329293625620' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/8702962329293625620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/8702962329293625620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2009/12/i-love-you-sometimes-always-never.html' title='I love you sometimes always never.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-2561820943070003541</id><published>2009-10-18T10:15:00.000-07:00</published><updated>2009-10-19T10:16:29.508-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='post gigante'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aleatoriedades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sentimento'/><title type='text'>Let's get together and talk about the modern age.</title><content type='html'>"We are the middle children of history, with no purpose or place. we have no great war, no great depression. Our great war is a spiritual war, our great depression is our lives"&lt;br /&gt;- Fight Club.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante de se observar em situações como a que vivi ontem é, além das consequências, as causas para que não só eu estivesse naquela situação mas também as possíveis razões das outras pessoas.&lt;br /&gt;Tento, realmente, acreditar que todos eles vêem um sentido naquele lugar, naquele estado de espírito e em toda aquela quebra de 'leis' e 'regras', não apenas como um sentido de se rebelar contra nada (apesar de que isso já demonstra uma filosofia perpassada hoje em dia), mas sim como algo que está presente na juventude de hoje, na nossa geração, no nosso desespero, já que 'nossa grande depressão é a nossa vida'. Se estar ali significar se rebelar contra a vida sem sentido que temos, então já são justificáveis tais atos (se bem que, seguindo mesma lógica, seria justificável tirar a própria vida, por não ver sentido algum).&lt;br /&gt;Filhos de classe média/alta, escondidos atrás de um cigarro e/ou uma bebida, algumas crianças em espírito, adultos na idade e vice-versa (como a traduzir que hoje em dia a idade não significa absolutamente nada), utilizando de atos para se rebelar ou simplesmente demonstrando que, pra eles, seu pensamento é tão contrário contra tudo que ouvimos falar todos os dias que aquilo tudo se tornou normal, nada mais nada menos do que diversão, não sendo uma forma de se manifestar diretamente, apenas demonstrando que suas ideologias vão, verdadeiramente, contra tudo que propaga a velha ética e moral.&lt;br /&gt;E então, me vejo com uma latinha e um cigarro em mãos, escutando aquelas músicas que têm um sentido que vai além de um ritmo agradável ou uma letra bonita, mas uma forma de protestar contra a falta de sentido, a falta de procura do próprio sentido pelo senso comum, pela velha massa. Deparo-me com as imagens daquela noite, com pessoas fumando ‘um’ publicamente (absolutamente normal?), com alguém barrando a menina de 16 anos de comprar cerveja (eu? prefiro interpretar que moralismo falso não existe apenas no colégio ou em casa), pessoas curtindo a noite, pessoas conversando sobre tudo aquilo que nos cerca - "let's get together and talk about the modern age" @ rilo killey - outras pensando na próxima forma de impressionar seus amigos, outras perguntando porque estão ali, outras fugindo de seus problemas, outras tentando encontrar o sentido em suas drogas, em seus amores (de um dia ou de anos, whatever, tentando encontrar em outro ser humano), em suas falsas ilusões criadas pra diminuir essa angustia que nos cerca todos os dias e tende a permanecer até que tudo isso acabe (ou não - e isso nos remete a outras questões intrinsecamente ligadas as primeiras.. para onde vamos?), em suas religiões, em tudo aquela 'ideologia' formada pra que nos convencemos de que tudo é assim e não podemos mudar (ou, para alguns, que podemos.. e isso também é uma forma de se encontrar).&lt;br /&gt;Me vejo pensando, então, naquele momento exato. Não do inicio da noite, não da subida pra o outro bar, não na conversa com uma menina que fugiu de casa (procurando o que?), não dos conselhos... Mas daquele exato momento. Pessoas pulando, cantando, como se fosse o clímax de um filme, o ápice da noite. Milhões de universos que diariamente são julgados, em suas próprias visões, em suas depressões pessoais, nesse "misto quente" de angustias, explicações, problemas, felicidades/alegria, noções de liberdade, de amor (seja lá o que isso signifique pra cada um deles, no fim das contas).&lt;br /&gt;E entendo. Entendo que nem todos ali pensam nisso, nem todos já pararam pra observar o êxtase do outro, ou até mesmo o outro em si... Nem todos ao menos buscaram o significado do que realmente seria a essência. E me pergunto.. Qual o significado daquilo tudo pra mim, daquele cigarro na mão, daquela latinha, daqueles pensamentos mal-elaborados, desse post, dessa falta de objetivo, dessa música (explosions in the sky), dessa depressão que vivemos e tentamos preencher com alguém, com positividade, com alegrias passageiras. Nem todos tem essa literatura. E seria ela, boa ou ruim no fim das contas? E, afinal, o que é bom e ruim?&lt;br /&gt;Então esqueço, volto a encarar tudo de frente, porque se esconder atrás de algo não me agrada. E a literatura, ou a arte em si, a filosofia.. As mesmas que me fizeram chegar nesse estado, nesse ponto sem equilíbrio ou lógica... Me acalmam, simplesmente. Me fazem acreditar que não estou sozinha, que ainda que ninguém queira me acompanhar ou viver essa aventura comigo, posso contar com estas duas, com seus autores, com seus maravilhosos universos que de uma forma ou de outra tendem a me entender. Ou que não entendam, o fato é que vivo tentando me entender e quando não me encontro sozinha, volto pra estas duas que sempre me acham, always there. Obrigada, pai, obrigada, mãe, por, além de tudo, me apresentar essas duas que sempre irão estar comigo, apesar de me deixarem nesse estado lamentável de post de blog pra se expressar... Porque, no fim, elas sempre me ajudam. Fazem ver que, apesar de tudo, com este universo cheio de universos e pensamentos confusos tudo é extremamente incrível e viver essa 'aventura' não é apenas algo doloroso, mas prazeroso ao extremo, se vivenciadas com a 'ajuda' dessas duas.&lt;br /&gt;É, concordo ao passo que discordo com a frase que ‘ser ignorante é ser mais feliz’, porque, sinceramente, depois que se conhece a luz ninguém quer voltar ao estado mediocre de se estar preso em uma caverna. Porque talvez esse seja o MEU sentido, no final. Conhecer, explorar, sentir todas as dores e prazeres que a vida pode proporcionar, refletir, questionar e além de tudo SE questionar... Talvez essas paradas aleatórias e estranhas no meio da noite que dêem sentido pra que tudo se torne belo, ou ao menos agradável. Para que tudo não passe apenas de uma forma de diversão, mas repleta de significados que se tornam essenciais, não apenas para que esse blog continue mas que haja alguma lógica ou graça na vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-2561820943070003541?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/2561820943070003541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=2561820943070003541' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2561820943070003541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2561820943070003541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2009/10/lets-get-together-and-talk-about-modern.html' title='Let&apos;s get together and talk about the modern age.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-6281226509738872089</id><published>2009-10-09T09:18:00.000-07:00</published><updated>2009-10-09T11:00:51.565-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='concretismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aleatoriedades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relationSHITS'/><title type='text'>almost by concretismo.</title><content type='html'>ela acorda olha o relógio pensa no dia pensa na prova se levanta vai no banheiro tira a roupa entra no box liga o chuveiro olha a água cair pensa nele molha o corpo passa shampoo passa sabonete enxágua o cabelo enxágua o corpo passa condicionador enxágua o cabelo sai do box coloca roupão se olha no espelho volta pro quarto tira o roupão se enxuga pensa nele veste a calcinha sutiãn camisa calça meia seca franja pensa nele coloca tenis sai do quarto toma suco come pão pensa nele escova os dentes pega os livros os cadernos vai pro carro sai de casa dá bom dia pensa nele para no sinal pensa nele pensa na prova pensa nas fórmulas olha o celular chega no colégio dá bom dia entra na sala dá bom dia senta numa cadeira pensa nele olha o celular pensa nele espera a aula começar pensa nele assiste as aulas pensa nele quer sair dali olha o celular pensa nele pensa na prova pega o outro caderno estuda outra matéria tenta prestar atenção conversa com alguém intervalo come um salgado conversa com alguém pensa nele pensa na prova escuta música revisa pra prova começa a prova vai pra sala vê as questões começa a resolver pensa nele outra questão 'como fazer essa?' pensa nele pensa nas questões pede cola recebe ou não fica impaciente resolve o resto pensa nele chuta alguma acaba a prova sai do colégio espera o carro vai conversando chega em casa come liga o computador assiste alguma coisa pensa nele olha orkut twitter fotolog vai pra sala estuda pensa nele pensa em entrar no msn desiste volta a estudar tem sono pensa nele dorme para de pensar nele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-6281226509738872089?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/6281226509738872089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=6281226509738872089' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/6281226509738872089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/6281226509738872089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2009/10/concretismo.html' title='almost by concretismo.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-9001457327565360591</id><published>2009-08-14T21:39:00.000-07:00</published><updated>2009-08-24T10:33:53.230-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aleatoriedades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relationSHITS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relacionamentos'/><title type='text'></title><content type='html'>Todos os dias. Desde o dia dez do segundo mês, ou do primeiro dia de uma nova vida, com uma intensidade extrema que até dá raiva. Em todos os momentos que me vem ao pensamento 'memórias boas'.. Mas principalmente quando me fazem lembrar das ruins. Já me arrependi, já me orgulhei, já achei que fosse natural, já achei que fosse tão fraca a ponto de não conseguir encarar nada, usando como escape. Já achei que fui forte, que aguentei até a última ponta, mas aí relembro dos casos tão falados, dos contos de fadas perfeitamente românticos em que a mocinha passa por todas as provações pra ficar com aquele que.. Ama? Aliás, será essa a palavra certa? Me ponho a perguntar, tenho certeza, duvido, tenho raiva, enlouqueço, choro, esqueço.. por QUASE um dia. O engraçado é justamente isso, nunca consegui esquecer por mais de um dia. Todos os dias pensei, ainda que numa intensidade menor, ainda que só lembrando do nome, ainda que isso signifique passar meses sem notícias e o mínimo gesto de alguém lembrar, um gosto aleatório ou uma música, tocada num momento inapropriado, já que tudo que queria, inicialmente, era evitar... mas vi que não consigo.&lt;br /&gt;Interessante, se é dessa forma, se não há como esquecer e a lembrança vai me perseguir, sem me deixar ter PAZ por tanto tempo, então porque continuar numa escolha como essa? E ponho em cheque, não somente por não obter respostas que se firmem por elas mesmas, mas porque quero, de alguma forma, construir um argumento que sustente minha idéia de que voltar não seria errado, que, no final, somos todos humanos, passou-se tempo, tive minhas diversões, por que não voltar praquele que amo? Esquecendo que o ser humano só encherga o que quer enchergar... Como tantas vezes não caí nessa, numa tentativa de manter alguma coisa que eu julgava me fazer bem. Me fazer bem? Conceito relativo, vamos por pausa e pensar. De verdade. O que não te faz bem pode ser o que ME faz bem e às vezes acho que viver de amor (amor?) é algo completamente natural e que não se trata de uma obra romântica mas de uma naturalista forte, em que o ser humano tem que apegar-se as suas carências, necessidades e fraquezas tal qual o suposto 'amor', para esquecer do quão podre consegue ser, sem enchergar que esse mesmo amor é aquele que te tira o maior de todos os bens (ou não né).. a liberdade.&lt;br /&gt;E chegamos a questão principal: o que é mais importante, liberdade ou amor? Porque, se fomos analisar, o ponto principal não é alguém que eu penso todos os dias ou dediquei um  tempo da minha vida (ou, talvez, para mim esse seja o meu ponto principal.. infelizmente, definitivamente perdido).. mas o ponto DESSE POST é algo maior, é perguntar, realmente, o que te trás mais felicidade a tal liberdade ou o amar, ser independente ou depender, desejo ou ternura, durações curtas ou longas?&lt;br /&gt;O fato é que vivo confusa, não consigo definir uma estrutura em questões tão complexas quanto essas e fico vagando entre os dois extremos de tais respostas que, no final, irão se explicar por si só.. seja no cansaço de querer adquirir algo (ou ao menos um dos dois), ou no comodismo, da desistência.&lt;br /&gt;Eu só quero lembrar.. Que ainda penso. Ainda lembro. Mas não sei se ainda quero. E, afinal, que diferença teria? Se tem algo que aprendi é que nem tudo que a gente quer, podemos ter.. e que isso não se aplica só ao fato de que eu ainda não tenho minha aumejada liberdade.. mas também porque não posso, diversas vezes, ter o meu amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-9001457327565360591?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/9001457327565360591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=9001457327565360591' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/9001457327565360591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/9001457327565360591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2009/08/todos-os-dias.html' title=''/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-2777887554538599922</id><published>2009-08-12T18:40:00.000-07:00</published><updated>2009-08-14T21:33:50.320-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fears.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amizade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='english'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relacionamentos'/><title type='text'>Too Little, Too Late.</title><content type='html'>I want you. I want you now! At this moment, talking about the philosophy, i want you asking me if i want drugs, i want you just looking at me, passing the teeths on my lips. i want you saying that I’m different, that I’m not like the other girls that you know.&lt;br /&gt;I want you at the internet, saying that i have to stay calm, even dont really knowing me. i want you spending your time with me, talking shit and asking my secrets, i want you asking me whatever you like, i want you talking of nerdcast even i dont understanding at that moment. i want to meet, again, you and all your life.&lt;br /&gt;I want you in my bedroom. i want you touching me here, there, everywhere. i want you here, with me, in the computer, saying stupid things so we wont think about anything that we cant do. i want you singing good bands, listen to jazz. i want you with me, i want you protecting me of the cold, i want you asking me to stay with you, all the moments, all the ways. i want you talking with me about nerd stuff. i want you with your red eyes looking for the horizon. i want you saying that i have to see some movie, or have to read some book. i want saying anything.&lt;br /&gt;i just want you. everywhere. with me. now.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;but i can't.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-2777887554538599922?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/2777887554538599922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=2777887554538599922' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2777887554538599922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2777887554538599922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2009/08/too-little-too-late.html' title='Too Little, Too Late.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-4356254818280448387</id><published>2009-07-14T00:17:00.001-07:00</published><updated>2009-12-15T11:40:05.325-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='post gigante'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='corrupção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='juventude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='assalto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jeitinho brasileiro'/><title type='text'>I need some peace in the time of war.</title><content type='html'>Fim de férias, quando finalmente me sinto em paz, sou assaltada pela 2a vez no ano e provavelmente nunca mais vou ver nem a cor do celular, óculos (de sol e de grau), carteira e.. LIVRO (até isso, tá foda).&lt;br /&gt;Ah, sei lá, tem hora que cansa. Cansa viver num país onde crime é banalizado e quando você vai fazer uma B.O. (pela milhonezima vez) o cara não faz questão de saber nem as características do assaltante, não importa a mínima (já que a polícia é tão filhadaputa que se eles conseguirem seus pertences com certeza não vão te entregar né? Vão ficar pra eles, afinal, o jeitinho brasileiro tá aí hein!), cansa observar que isso é tão corriqueiro que sua amiga já foi assaltada 2x no mesmo mês, que a outra nem anda mais com celular pra não ter o que passar mesmo etc etc etc. Cansa ter que escolher realmente o mais barato, o com menos funções, o que tenha menos utilidade (e aí não entra futilidade em querer comprar algo mais caro, mas apenas o fato de querer poder escutar uma mp3 na hora que bem entender, recurso que o celular oferece, por exemplo), cansa não poder andar com o que você adquire, cansa não poder sair na esquina, cansa viver dentro das grades de sua casa enquanto eles estão soltos por aí, banalizando tudo e matando quem tiver na frente.&lt;br /&gt;É, admito que já fui mais 'liberal' e 'compreensiva'. Admito que já pensei em assaltantes como 'pobres coitados que a sociedade não foi justa, daí eles têm que assaltar pra trazer o pão de cada dia para casa, caso contrário quem dará?' mas sinceramente? cansa acreditar nisso e ter que virar as costas pro fato de que pegar um ônibus se torna uma operação super perigosa, já que a qualquer momento um cara pode te abordar e pegar todos os seus pertences (e ai de você se não tiver, principalmente se for mulher).&lt;br /&gt;No final, não entendo porque ao invés de estar dormindo, tô perdendo meu tempo escrevendo essa revoltinha de guria que nunca foi assaltada antes (ou que já foi, pela 4a vez, e não aprendeu a lição ainda). Mas é que paro pra pensar.. Até onde isso vai? Vivemos uma guerra cívil no Brasil, no nosso cotidiano. Um local onde uma pessoa que morre de bala perdida é algo natural, onde uma chacina ocorre e ninguém acha absurdo ou se movimenta para fazer nada, realmente decepcionante. Política nem se fala, corrupção (ou roubo-mais-organizado, sinônimo) é tão natural que sinceramente já cansei de ao menos me interessar por tais assuntos. E, a parte disso, tá a ridicularidade e o sensacionalismo da mídia, é só observar que o caso de uma menina jogada de um andar é algo extremamente importante, capaz de mover montanhas por tal situação (e não tô aqui criticando isso, realmente é importante que se investigue, que se vá atrás) mas ao mesmo tempo a gente observa um cara matar 2 crianças, um pai e uma mãe com gêmeos (ou trigêmos? whatever)&lt;span style="font-style:italic;"&gt; degolados&lt;/span&gt;, só sobreviver UMA criança por ter se escondido abaixo da cama e, hm, a globo só mencionar no Jornal Nacional e achar aquilo ali uma coisa &lt;span style="font-style:italic;"&gt;natural&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;WTF?&lt;/span&gt; Que que houve? Não tem um escandalo político pra esconder agora? Ou eles não são de classe média pra poder se investigar tão afundo o caso? Será mesmo que a vida de tantas pessoas se tornou algo tão banal assim? Mídia sem ajudar em nada. Beleza, agora conta uma historinha que todo mundo se emociona e começa a chorar... Conta que &lt;span style="font-style:italic;"&gt;o rei do pop morreu&lt;/span&gt; que todo mundo chora, mas se contar que &lt;span style="font-style:italic;"&gt;uma criança morreu degolada&lt;/span&gt; ninguém tá nem aí, afinal, só virou estatística e não fez a mínima diferença na vida deles né?&lt;br /&gt;Esse comodismo lidera a nação a troco de quê? A gente, classe média, já vive ferrada achando que um dia vai conseguir ter algo melhorzinho e beirar a classe alta, que tá aí esbajando dinheiro. Já a classe baixa, meu deus, não sei se dá pena ou raiva, galera sem oportunidade (ou com as mesmas, mas sem SABER ao menos como usufluir), sem educação, sem ética, achando que atirar em alguém é algo 'normal'. Que banalidade da morte/vida é essa? Olha ao ponto que se chega: achar que alguém morrer em um assalto, depois de ter entregue tudo, é natural. Agora me responda, viver num pais cujos valores perpassados são esses, tem algum futuro? Se não saber o que é ética e não ter um conjunto de BONS valores formados (que hoje estão sofrendo inversão) fosse apenas na classe baixa tudo bem, mas não é. É só olhar em volta, é só ver que seu amigo já passou a perna no outro por pura diversão, que você tem que ter cuidado até dentro de casa pra algum amiguinho não chegar e roubar algo de valor.&lt;br /&gt;O que me deixa ainda mais triste numa situação como essa é observar que dificilmente algo vai mudar. Acreditar que o bandido 'um dia há de se lascar' numa providencia divina ou whatever não me satisfaz, nunca me deixou melhor acreditar no simples (im)provável. Cansa observar pactos feitos entre o que deveria nos defender e pessoas assim (políticos e ladrões, que no final dá no mesmo), cansa ver o 'malandro' com (ARGH) &lt;span style="font-style:italic;"&gt;jeitinho brasileiro&lt;/span&gt; sempre na melhor, cansa escutar que o mundo é dos &lt;span style="font-style:italic;"&gt;espertos&lt;/span&gt; e se vc for &lt;span style="font-style:italic;"&gt;burro&lt;/span&gt; perde tudo. Olhar isso tudo e observar a juventude de hoje extremamente alheia a tudo que ocorre no mundo, estudando apenas pra passar no &lt;span style="font-style:italic;"&gt;vestibular&lt;/span&gt;, sem ter o mínimo ponto de vista crítico acaba cansando também. Cansa ter que aturar político com cara de merda dizendo que tudo 'melhorou', que a gente não tá na crise e é isso que importa, pessoal! &lt;span style="font-style:italic;"&gt;simbora dançar um sambazinho na porta de casa e assistir um futebolzinho pra animar a vida!&lt;/span&gt; afinal, é só isso que importa né? carnaval e futebol, uma cervejinha e uma morena dançando praticamente nua na sua frente (não pela nudez, mas pela banalidade do corpo da mulher, enquanto ela acha que isso é sinônimo de liberdade.. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;enr?&lt;/span&gt;). Cansa olhar isso tudo e ver que você simplesmente não pode fazer nada. Olhar que não adianta, que você não é mais aquela guria cheia de sonhos que a tempos atrás acreditava que as coisas iam melhorar e que ao menos um dia a galera iria chegar a ter um nível intelectual alto o bastante pra usar dois nêuronios e observar que tá tudo errado... Cansa ver que mesmo que você cresça, independente da sua profissão, a duvida de saber se há como mudar o mundo permanece, que sua ideologia tá simplesmente se perdendo, que a 'classe dominante' tá aí pra controlar todo mundo e whatever se você tá achando isso ruim ou não, já que todo mundo simplesmente é dominado e PRONTO, não se pode reclamar, até porque não há o que fazer, só chegar na próxima eleição e ou votar em branco/nulo (que sou EXTREMAMENTE contra e sei a diferença, obrigada) ou no menos filho da puta e esperar em deus que as coisas melhorem (agora experimenta ser ateia). Cansa observar que você não tá naquela de consumir, cansa observar que você não é mais um daqueles que é assaltado e simplesmente conseguem esquecer tudo já que seus pais compram tudo novamente um dia, esperando que você não seja assaltado. Afinal, é algo tão normal né?&lt;br /&gt;É, cansa. É triste ter a sensação de incapacidade, que a única coisa que você pode fazer é escrever no seu blog, esperar que isso toque ou pelo menos conscientize alguém nem que seja por alguns segundos. Ficar naquela de 'crescer', se tornar alguém na vida e tentar melhorar de condição é tão vazio... É tão triste saber que essa situação é no país todo, que a opção que você tem é sair desse lugar e esperar não ocorrer nada contigo em outro... Ainda que isso signifique ter que se lascar muito estudando, porque pra quem não tem muito poder aquisitivo e é assaltada 2x no ano com o pouco que seus pais conseguem te dá, fica bem difícil achar que as coisas vão cair nas suas mãos simplesmente.&lt;br /&gt;Não sei exatamente como terminar isso.. Mas, quem tiver lido, bora parar pra pensar um pouco né? Nem tudo é sexo, futebol e carnaval (ou whatever), tá bom de se conscientizar e procurar no seu próprio meio de influência tentar fazer algo. Seja lá como for, faça algo, é melhor do que acreditar, cegamente, que tá tudo normal, que você vive numa realidade boa onde todo mundo é feliz e que isso foi apenas um dia sem sorte. Por mais que várias vezes seja mais fácil e reconfortante crer nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'it seem to me, people know not &lt;br /&gt;the extent of their involvement. &lt;br /&gt;things are not as they seem, &lt;br /&gt;underneath the beast is not clean. &lt;br /&gt;but we support the leaders who use &lt;br /&gt;media to make them seem so clean'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ Soldiers of Jah Army.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-4356254818280448387?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/4356254818280448387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=4356254818280448387' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/4356254818280448387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/4356254818280448387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2009/07/fim-de-ferias-quando-finalmente-me.html' title='I need some peace in the time of war.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-8625120656846774362</id><published>2009-06-27T23:52:00.000-07:00</published><updated>2009-06-28T23:32:22.069-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aleatoriedades'/><title type='text'>Don't let the sun be the one to change you.</title><content type='html'>Depois de aproximadamente 4 meses e 18 dias saindo sempre que possível (leia-se todas as sextas e sábado, além dos possíveis feriados), passei uma noite em casa! 'Nossa, grandes merda' você deve estar pensando, mas vamos analisar a situação pacientemente, até porque, qualquer pessoa que vá analisar meu perfil vai perceber que sou muito mais ficar em casa vendo filme do que ir pro PP (ou cachaçaria) beber até 3hrs da manhã e acabar tendo uma ressaca de não querer sair da cama (ressaca-consciência-pesada-fiz-merda é especialidade da casa).&lt;br /&gt;Anyway, cheguei a conclusão que meu desespero pra sair de casa todo fim de semana se deve ao término do meu relacionamento (putaquepariu agora eu só falo disso, tô o fim mesmo), devido ao fato de ter andando perdida e todo aquele blábláblá que quem me conhece já ouviu horrores. Mas enfim, o fato é que por estar saindo todos os fins de semana (e feriados!), acabei me ferrando no colégio, já que passava meu fim de semana saindo e com ressaca (descobri o que era preguiça pra estudar não tendo literalmente nada mais útil pra fazer depois disso), fui pra 14 recuperações no semestre (50 físicas + 10 químicas + 90 matemáticas + 23 biologias e até mesmo gramática!), não sabia o que era ler um livro sem ser 'obrigada', não via um filme fazia eras e já não aguentava olhar pra minha lista de música e descobrir que não tinha nada novo... sem contar temporadas de lost, the big bang theory e tantas outras que eu não tinha visto.&lt;br /&gt;Mas hoje, finalmente decidi ficar em casa! Foi difícil, admito, principalmente levando em conta que foi o último Sábado antes de acabar o parque do povo, a única coisa que me prendia a ficar em casa era a preguiça de me levantar e os filmes interessantes que eu tinha criado vergonha na cara pra ir locar (peguei 210938123x o celular e por pouco não liguei desesperada pro povo 'BORA SAAIIR!'). Whatever, o que importa é que fiquei, vi 2 filmes muito bons ('little miss sunshine' e 'o ano em que meus pais sairam de férias', recomendo), tirei 90112 fotos e comecei a navegar pela internet, baixando séries, bob dylan e descobrindo blogs interessantes.&lt;br /&gt;Mas o que realmente me fez vir aqui escrever (além da súbita inspiração que me dá lendo blogs engraçados, onde eu juro que sei fazer a mesma coisa e enr, definitivamente não sei), foi o fato de que OH MY GOSH, wtf geração é essa? Descobri que não fazia ideia da utilidade de um twitter (ou inutilidade, whatever), que não apenas não sei qual é a graça do 'meldels' e 'comofas/' mas também não tenho um facebook, mas tirando o lado das coisas da galera moderninha-tosca, descobri que não sei milhões de novidades geeks/nerds que a algum tempo atrás eu seria a primeira a usar ou críticar... O fato é que acabo de descobrir que tô ficando excluída até mesmo do círculo social que me sentia melhor (geeks, nerds, cdfs, enfim..) a troco de q? Aliás, a troco de que eu deixei minhas noites felizes na cadeira do pc? E ao mesmo tempo me pergunto o que é mais ridiculo, reagir da forma como eu reagi, saindo pra todo canto só pra não parar e se encontrar sozinha, ou ficar em casa no pc relembrando besteira e escrevendo cuzice em fotolog/blog?...&lt;br /&gt;Que seja, o fato é que esse post é pra anunciar (pra me afirmar, na verdade), que a velha ana voltou, claro que não vou deixar de sair (amanhã tem pp, hahahaha), mas obviamente vou parar de falar de fuckin' relationSHITS nesse blog e debater coisas mais interessantes... Claro, quando aparecerem coisas interessantes, que como já mencionei no outro post, espero ansiosamente que apareçam logo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-8625120656846774362?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/8625120656846774362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=8625120656846774362' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/8625120656846774362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/8625120656846774362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2009/06/depois-de-aproximadamente-4-meses-e-18.html' title='Don&apos;t let the sun be the one to change you.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-1894854494027851450</id><published>2009-06-23T23:10:00.000-07:00</published><updated>2009-07-01T08:05:10.460-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alright still'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relacionamentos'/><title type='text'>Alright Still [2]</title><content type='html'>Incrível como voltar do Parque do Povo me dá uma inspiração imensa a ponto de chegar aqui pra escrever minhas bobagens (pq ultimamente só tem saido bobagem sobre fuckin' relationships that didnt go so well), but whatever, vamos falar do meu São João! Não que São João seja lá uma data super importante que eu grave no meu calendário, mas sempre ocorre alguma coisa interessante que pode-se ser comentada.. Por exemplo, a 2 anos atrás estava eu chorando porque tinha acabado com meu namoro-de-1-dia, até que recebi o convite pra ir pra casa de uma amiga, onde encontro um antigo paquerinha e subitamente a dor passa (é, mania de substituição)... No outro ano, já namorando, passei uma das noites inesquecíveis com meu ex-namorado, com direito a deitar no colo, ficar fazendo carinho até tarde, chocolate quente, beijinhos e felicidade total... E esse ano, estou eu solteira, marcando com a ex do primeiro menino citado aqui (o que eu tava chorando por ele, hahaha), descobrindo que as coisas realmente perdem a graça e pra fechar com chave de ouro acabo vendo meu ex, sentindo abuso e fingindo nunca ter visto na vida. É, as coisas REALMENTE mudam.&lt;br /&gt;Mudança. Porque nunca pensei em passar um São João no Parque do Povo... São João sempre foi sinônimo de família, amigos, tranquilidade... E não de ir ver um monte de prego bebendo, forró-merda tocando e um cheiro insuportável de xixi (não sei porque o povo gosta tanto do portal, ali é o fim), só que, por incrível que pareça, parque do povo nesse ano me pareceu a opção mais plausível! Mesmo sabendo de todas as consequências de se ir pra lá, mesmo saindo da casa da minha tia (onde minha família se encontrava) pra ir me submeter a essa situação degradante. Além disso, mudanças ocorreram em diversos niveis: da mesma forma que eu olhei com cara de nojo pra pessoa que a exatamente 1 ano atrás eu não me imaginaria viver sem, vejo que cheguei num estado de perder o interesse por alguém que no dia anterior parecia a melhor oportunidade, algo que é realmente frustrante. O que mais me toca nisso tudo é que é como se tudo tivesse perdido a graça depois dele, ou que eu ainda esteja ligada ao 'cara que eu olhei com nojo' a ponto de não conseguir sentir nenhum estimulo com outra pessoa. É, seria isso o apíce do fim? Porque não conseguir se relacionar psicologicamente ainda vai, já que pra entrar nessa área da minha vida tem que escavar muito até que se ache uma entrada (coisa que ninguém tá afim de fazer, hahaha, pelo que tenho observado), mas chegar até a parte física? Quer coisa mais decadente do que isso? Quero só ver até onde essa falta de vontade vai chegar, porque se já atingiu até isso, vou virar uma pedra anti-social que não responde a nenhum estimulo...&lt;br /&gt;Nesse ponto, a velha questão de sempre retorna: sempre vai existir alguém que vai quebrar suas barreiras... mas cadê, home, essa pessoa? Se eu for registrando cada desilusão que vem ocorrendo, o blog vai se tornar uma merdinha emo deplorável... A necessidade de acontecer algo novo me atormenta. Mudanças, no aspecto geral da minha vida, porque 'do que eu preciso é lembrar, me ver antes de te ter e de ser teu, o que eu fazia, o que eu queria, o que mais, que alguma coisa a gente tem que amar, mas o quê? não sei mais!', afinal, tá foda ficar vendo série pra esquecer das merdas. Sempre chega a hora de deitar a cabeça no travesseiro e pensar 'carai, what the fuckin PORRA is that?'&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-1894854494027851450?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/1894854494027851450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=1894854494027851450' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/1894854494027851450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/1894854494027851450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2009/06/alright-still-2.html' title='Alright Still [2]'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-2986835141178906055</id><published>2009-06-13T00:37:00.000-07:00</published><updated>2009-06-13T09:20:48.955-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fears.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relacionamentos'/><title type='text'>The Same Old Fears.</title><content type='html'>Ia fazer uma fase 'alright still', já que as coisas estavam num estágio que dava pra aguentar... Mas parece que, realmente, tudo explodiu e caiu aos pedaços, onde eu fui a bomba e o 'estopim' de cada situação.&lt;br /&gt;Ando perdida, desligada e definitivamente sem saber que rumo tomar. É incrível como o término de um relacionamento pode mudar tanto alguém, seja pra melhor ou pra pior, ao ponto de você se tornar tudo aquilo que você detestava. Fiquei perdida, tentei me encontrar em tudo aquilo que eu não sou nem nunca fui, em outras pessoas, em outras conversas, em outros 'jeitos' de ser que não condizem com a guria chatinha e abusada que vos escreve. Busquei outros locais, outros pensamentos, bebidas e.. pra que? No final de tudo as mesmas perguntas, o mesmo fim... A mesma confusão por não entender como funciona todo esse sistema em que hipocrisia é a palavra de ordem e foda-se quem achar ruim.&lt;br /&gt;Talvez realmente eu tenha errado em deixar uma das coisas mais fodas que aconteceram comigo ir embora (ou, no caso, expulsá-la), e no final descobrir que o resto não era tão importante quanto eu pensava... Talvez eu realmente tenha errado em fazer com que 1 ano de construção fosse pro inferno por 'detalhes', 1 ano de intimidade (brincadeiras, cheiros, vontades.. tudo) acabasse por algo que eu nem sequer tive confirmação.. talvez eu tenha errado em ser tão influenciada e ter julgado tanto alguém que evitou me julgar durante tanto tempo... Talvez eu tenha sido/seja ingenua em ainda acreditar que aquilo tudo era perfeito e que nunca vou conseguir construir nada semelhante novamente... Quem sabe? No final, acho que nunca vou saber se fiz certo ou errado... Sei que me arrependo. Me arrependo de ter deixado tudo de lado, de ter destruído algo que demorou tanto, que era, realmente, algo tão importante pra mim, a ponto de ter me visto tão deslocada depois do final.&lt;br /&gt;Não sei exatamente o porque de escrever isso agora, 4 meses depois do ocorrido, quando tantas pessoas já passaram por ambas as vidas e tudo nem sequer 'importa' mais. Mas sei lá, pra mim importa. Importa perceber que a gente pode sim se arrepender de confiar tantos nos outros e não enxergar que a única pessoa que esteve do seu lado durante tantos momentos só foi chutada por você... Importa perceber que você pode estar agindo como alguém egoísta e nem sequer reparar, durante tanto tempo, em tantos momentos, magoando alguém que no final era tão importante e só você não chegou a enxergar.&lt;br /&gt;É ilusão pensar que a situação podia ser diferente ou que ainda pode mudar. Tudo já acabou e fui eu que 'fiz' isso... Só que simplesmente não entendo porque ainda resisto tanto em engavetar a história e esquecer... Afinal, passaram-se 4 meses e é como se nenhum sentimento tivesse mudado, cadê o famoso 'tempo que muda tudo'? Será que eu vou ter que esperar me ver interessada em outra pessoa pra poder esquecer? Sei lá, acho que o ponto, no final, é o mesmo: o fim chegou, todo mundo percebeu e eu, pra variar, tô atrasada.&lt;br /&gt;Depois de tantas mudanças, depois de esperar tanto, me pergunto.. o que fazer agora?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-2986835141178906055?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/2986835141178906055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=2986835141178906055' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2986835141178906055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2986835141178906055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2009/06/same-old-fears.html' title='The Same Old Fears.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-7854804543870097642</id><published>2009-05-26T18:29:00.000-07:00</published><updated>2009-05-26T19:01:25.827-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alright still'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amizade'/><title type='text'>Alright Still...</title><content type='html'>Depois de certos acontecimentos cheguei à conclusão do porquê de andar tanto com meninos e evitar, determinadamente, o sexo feminino... Não apenas porque sempre fui a 'excluída' que não curtia se maquiar e ter bolsas novas da Kipling, mas porque meu senso de amizade tende a ser mais próximo da 'coletividade' dos meninos e não do egoísmo exacerbado das garotas.&lt;br /&gt;Não, não curto a pseudo-ética burguesa em que cada um deve estar por si e que cada um é dono do seu nariz, se 'lixando' pro que aconteça ao outro, algo extremamente presente no convívio feminino. Ao contrário, justamente por me importar tanto já fui taxada de metida diversas vezes, experiências as quais me ajudaram a restringir e refinar quem são as pessoas as quais eu devo me dá o trabalho de analisar e opinar, quem são aqueles que me dão intimidade o bastante para isso.&lt;br /&gt;Justamente por condenar essa pseudo-ética do cada-um-por-si, levei em consideração muita coisa que alguns já me falaram (até demais), o que foi bom e ruim ao mesmo tempo... Porque, apesar de me sentir 3x mais culpada quando alguém me aponta os erros, quando alguém me expõe ou me julga superficialmente, aprendi bastante sobre amizade, inclusive como encontrá-las. As que encontrei realmente valeram por tudo, são aquelas que me apontam os erros, são aquelas que me incomodam, são aquelas que tiram uma noite pra sentar na minha cama e falar exatamente tudo que pensam sobre determinada situação, me ajudando a ver sob outro ângulo o mesmo quadro, me ajudando a conhecer um pouco mais sobre mim, sobre minhas diversas faces.&lt;br /&gt;Amizade é algo muito relativo e, realmente, raro de encontrar. Não que seja algo novo descobrir que há pessoas que pensam de formas diferentes da minha sobre esse ponto, mas novamente não entendo, me intrigo e questiono: como essas pessoas vêem um amigo? Quer dizer então que cada um deve viver sua vida sem ter opinião sobre a do seu ‘companheiro’, como bem quiser, sem se importar, sem nem alertar? Isso não seria um individualismo gerado numa sociedade em que tudo gira em torno de si mesmo e se importar com o outro é sinônimo de idiotice?&lt;br /&gt;Enfim... Ou sou muito criança e não consigo entender realmente o que se passa na cabeça dessas pessoas ou tudo tá muito errado... De qualquer forma, tudo que consigo concluir é que graças a deus sou uma exceção e espero continuar assim por um bom tempo. Nem que pra isso só consiga manter relações com garotos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-7854804543870097642?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/7854804543870097642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=7854804543870097642' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/7854804543870097642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/7854804543870097642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2009/05/alright-still.html' title='Alright Still...'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-2949267306764976874</id><published>2009-03-01T18:31:00.000-08:00</published><updated>2009-03-02T11:37:55.425-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sentimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relacionamentos'/><title type='text'>Wish You Were Here.</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=q1moiym6-Nk"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/q1moiym6-Nk&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/q1moiym6-Nk&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;música que consegue e sempre conseguiu dispensar palavras.. porém ainda vale dizer que nesse processo evolutivo, cada dia me impressiono mais com o quanto tenho a aprender, como a dor pode ser um 'sentimento belo' pois deixa o ser humano da forma mais humana possível, principalmente quando essa dor tá associada a diversas 'saudades' sucessivas e 'faltas'. saudades de pessoas, de momentos, de estados, de tudo aquilo que não pode retornar, todos aqueles momentos que já não fazem nem nunca poderão fazer novamente parte da sua realidade, do seu universo. saudades de ver as coisas de uma forma mais simples, das angustias anteriores, do pensamento positivo hoje um tanto quanto perdido, saudades de tudo aquilo que eu nunca tive e de 'tudo que ainda não vi'. uma vontade de falar tudo o que passa na cabeça, uma vontade de gritar pra todo mundo, conversar com todo mundo, de passar uma tarde inteira dialogando e filosofando sobre toda essa merda que nós cerca e que simplesmente não pode ser explicada no final, de beber, de me entregar a um cigarro, de entregar todos os meus ideais e viver outra vida qualquer, menos complicada, passar a fazer a social com todos aqueles q eu condeno (ou tenho pena, sei lá), ou até mesmo se isolar e ficar lendo, se tornando cada dia mais arrogante e completamente imbecil.. uma coisa vai puxando a outra, um assunto ao outro, aí você lembra novamente das pessoas que você sente falta, lembra de como you wish they were there, as duvidas te enchem o saco e vc acaba jogando tudo pra relatividade, ou colocando outra música e refletindo sobre isso até não aguentar mais e, ops, jogar na relatividade novamente. mas q porra de relatividade é essa? indiferença ou simplesmente deixar pra lá por não conseguir resolver nada ou encontrar respostas pra nada? e jogar tudo isso no lixo não seria indiferença?&lt;br /&gt;ah porra, como eu sinto falta dela, do seu sorriso, de sua simplicidade..&lt;br /&gt;e como eu sinto falta dele, meu deus! minha ilusão, tudo aquilo perdido, todo aquele amor, tudo isso que eu guardo e tento parar de alimentar. mas a vontade de jogar tudo pro alto, de ligar e dizer que o amo passou. a vontade de largar tudo e dizer que me arrependo e de que tudo estava errado, simplesmente passou. passou a vontade de me arriscar completamente, o medo de sofrer reinou e eu acho que vai durar...&lt;br /&gt;mas disso nem quero falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é, confusão do caralho, eu odeio escrever coisas pro fotolog e acabar postando no blog, por isso tá uma bagunça sem nexo, enfim. é só pra registrar, nway.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-2949267306764976874?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/2949267306764976874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=2949267306764976874' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2949267306764976874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2949267306764976874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2009/03/wish-you-were-here.html' title='Wish You Were Here.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-5485699472828797503</id><published>2008-11-28T10:01:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T10:04:01.702-08:00</updated><title type='text'>I get down on my knees and pray..</title><content type='html'>Determinadas coisas simplesmente não é possível definir em palavras. E eu, que nunca fui boa com isso, nem com as coisas mais simples, não faço idéia de como escrever aqui, nesse momento. Acho que músicas sempre falaram mais do que eu tenho a dizer, sempre deixando que os outros falassem por mim o que eu penso... Em alguns momentos, achei que seria o tipo de pessoa que dominaria uma situação sem problemas, sem maiores angustias, sempre no comando da situação.. Diante de outros momentos, achei que era realmente uma pessoa diferente das outras, que estaria um dia por crescer e sair dessa mesmísse, que ninguém iria me segurar e que minha liberdade seria ao extremo, afinal, sempre fora isso que eu sonhei. Arrisco dizer, era o tipo de pessoa que acreditava em outra, acreditava que outra era capaz de fazê-la feliz, mas nunca o contrário, que ela nunca se sentiria capaz de fazer ninguém feliz por completo, portanto, era melhor as duas livres, separadas. Afinal, sempre acreditei que nunca me faria falta.&lt;br /&gt;Mas e hoje? Passou-se um ano, o ano mais triste de toda a minha vida, posso dizer. O ano em que eu cresci mais do que tudo nesse mundo, em que reconheci parte da nojeira que um ser humano consegue ter, consegue ser. O ser humano, realmente, é um ser de momentos, o problema é que momentos são algo que podem ser bem relativos, algo que está perfeito para um, pode ser um inferno ao outro.. E assim vai, sem poder prever o que o outro sente, o que o outro irá fazer... E eu sempre odiei isso. Odeio não ter controle da situação, odeio quando eu me arrisco além do meu 'limite', odeio quando me vejo impotente. E, bem, foi nesses momentos que me encontrei, cada dia mais, nesse ano.&lt;br /&gt;Parece idiota está a escrever um texto como esse, se auto-degradando, enquanto falta em torno de 1 mês para acabar o ano mas... Eu lembro que a 1 ano atrás foi minha festa de 15 anos e eu pensava, sinceramente, que seria o melhor período da minha vida, mas a quem quero esconder? Talvez um dia eu agradeça por ter crescido tanto nessa idade, mas agora só sinto cada dia mais que esse ano só serviu preu me tornar tudo aquilo que eu nunca desejei ser. Por que? Porque hoje eu vejo que me tornei alguém sem maiores sonhos, desinteressada, sem o resto da auto-confiança que me restava, com um sentimento de culpa terrível, sempre com vontade de mudar mas sabendo que, para isto, é necessário tanta coisa que foge o meu controle, portanto, se torna cada dia mais difícil fazê-lo acontecer... Além de ter parado de acreditar nas pessoas, que só se tornam mais nojentas a cada dia, vejo que ninguém foge a regra e que eu sou a pior, por ter nojo de mim mesma.&lt;br /&gt;Eu desejo, sinceramente, que esse próximo ano, se eu chegar a vivê-lo, que as coisas mudem. Mudem, meu deus, pq eu preciso disso, eu sei que é impossível voltar a ser o que era antes, pois toda aquela inocência acabou, toda aquela falta de tato, aquele falso realismo de fingir acreditar que tudo é uma merda e sempre vai ser assim (você sempre pensa isso, mas só reconhece quando passa na pele as experiências que realmente vão te fazer reconhecer).. Então, me pergunto, será que sempre vai ser assim? Já vieram tantas gotas d'água, minha vontade de mudar já passara do tempo que foi forte, agora cada dia se torna mais conformada com o comodismo que diz que a mudança pode vir a me fazer sofrer mais ainda (será que é possível?), cade aqueles sonhos que eu tanto desejei? Cade a menina que ria dos idiotas depressivos que não tinham um objetivo de vida? Cade aquela menina que a única dor era esperar o que ela tinha certeza de um dia iria chegar? Eu queria ser outra pessoa. Queria que as outras pessoas também fossem diferentes, fossem um pouco mais humanas, que reparassem mais nos outros e que não as fizessem sofrer... Mas agora vejo que isso é tão idiota que chega a doer saber que eu já pensei dessa forma ridícula. Todos temos defeitos, isso nunca irá mudar, mas podemos mudar de situações caso aquela te incomode tanto que não dê pra aguentar, basta, para isto, ser forte. E eu, definitivamente, não sou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-5485699472828797503?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/5485699472828797503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=5485699472828797503' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/5485699472828797503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/5485699472828797503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2008/11/i-get-down-on-my-knees-and-pray.html' title='I get down on my knees and pray..'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-8247940052278345051</id><published>2008-07-08T22:31:00.000-07:00</published><updated>2008-07-08T23:55:14.694-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotolog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>Infinito Particular.</title><content type='html'>&lt;p&gt;Hoje, ao sair do CCAA, fui dá uma olhada naquelas revistas que eu nunca compro (sobre física e tal)... E, numa delas, tinha um artigo de como estava se tornando uma 'terapia' escrever em blogs. Do tipo, as pessoas passam a se expressar e tendem a melhorar de doenças (desde as mais 'simples' que podem ser resolvidas com terapias e conversas, às mais 'complexas', como câncer: durante o processo de recuperação, os médicos aconselham que escrevam sobre o que estão sentindo em diários ou blogs). Ok, diário é até interessante, acho que eu mesma teria um se não odiasse tanto escrever (o ato, minha letra é horrível e a própria pratica com teclado faz com que eu ache bem mais prático digitar, abdicando de qualquer atividade que possa ser feita à mão para fazer no pc, inclusive ter um diário, podendo ter um blog). Mas, a diferença entre diários - blogs/fotologs/derivados, é que em um diário, é óbvio que aquilo ficará só pra você, portanto é mais fácil que se fale abertamente tudo o que está sentindo e revele segredos, já que aquilo é, ao menos teoricamente, individual... Mas e em um blog? E em um fotolog? Será que é apropriado, ou até mesmo seguro, que se falem tudo o que vêm à cabeça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante minha experiência (falou a velha, lol) com internet, aprendi que não se deve revelar tantos detalhes sobre sua vida... Não que tenha aparecido um cara na porta da minha casa pra me seqüestrar, mas já houve caso de um conhecido de Fortaleza, que nem conversava tanto, chegar pra mim dizendo que me conhecia mais do que eu pensava e sair dizendo exatamente todo o grupo de amigos com quem eu andava, os locais que a gente freqüentava, saber com quem eu tinha deixado de falar, além de outros detalhes que eu nunca imaginaria que era tão fácil ter acesso, bastava acessar meu fotolog e ler os posts, fazer associações... Ou seja, só basta um pouco mais de interesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde então, comecei a pensar melhor no que escrever, se realmente vale a pena se expressar tanto a ponto que pessoas mais 'espertas', que entendam as entrelinhas, saibam como estou, atingindo a minha individualidade... Apesar de haver o lado bom, já que meu fotolog é uma ótima fonte para ver como eu 'avancei' e 'regredi' em diversos aspectos... Por outro lado, minha 'opção de vida' é mais voltada para um grupo restrito de amigos, levando em conta que ter muitos amigos é não ter nenhum e, divulgar minha vida dessa forma, pode acabar criando problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problemas? Claro! O que você escreve revela MUITO do que você pensa... E aí que os problemas aparecem: dos mais simples, desde interpretações erradas sobre o que você quis dizer com aquela música, até se tornar uma porta aberta para que pessoas tenham acesso a sua vida inteira, inclusive seus inimigos, que podem utilizar disso contra você. (este é até um dos motivos pelos quais diversos casais ao começarem a namorar, fecham fotolog, blogs, orkut.. TUDO!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oras, é óbvio que isso ocorre. E o mesmo ocorre com você, leitor, que ao passar horas na frente do pc, navega em diversos fotologs, passa a saber da vida de diversas pessoas... Sinceramente, apesar de às vezes me pegar fazendo esse tipo de coisa, não vejo nada de bom que venha a ser acrescentado em você através desses atos (poupe-me de pensamentos like 'mas vou ficar popular e saber de muita gente', assunto que espero tratar em outro post, apesar de ser algo que a vida se encarrega de ensinar.. ou não né, pessoas assim tendem a afundar cada dia mais, só lamento)... Mas continuando, só vejo problema! Vejo inveja surgindo, vejo ciúmes, vejo decadência! Vejo pessoas gastando horas de suas vidas atrás de fofocas, de pesquisar sobre os outros, em vez de se importar com sua própria vida! Aliás, se for ter uma analise crítica... O que seria hoje o msn? Nada mais do que uma praça do século XXI, em que pessoas tendem a passar HORAS conversando sobre a vida alheia, perdendo seu tempo e tendo seu 'lazer', tudo no conforto de sua casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, deixo a pergunta... Até onde é bom ter ‘veículos de comunicação’ como estes? Se por um lado é bom se expressar, até mesmo pra aprimorar sua forma de escrever, por outro pode gerar um vício ridículo e prejuízos às pessoas. E, bem, tendo em vista que há pessoas bem mais inteligentes, que escrevem bem melhor, do que terceiros que têm blogs/fotologs... Será que realmente vale à pena? Talvez sejam justamente por estas indagações que tenho deixado de postar aqui e no fotolog... Até porque, meu vício se tornou tão intenso, que me peguei anotando a passagem de um filme e pensando 'vai pro fotolog!'... Até onde isso vai? Porque já chegou ao extremo de ter brigas com amigos e até namorado por conta desse tipo de coisa... Será que vale mesmo à pena?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(não, não consegui título melhor :D vai essa música mesmo, pra não perder o costume... mas até que tem a ver :}).&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-8247940052278345051?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/8247940052278345051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=8247940052278345051' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/8247940052278345051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/8247940052278345051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2008/07/infinito-particular.html' title='Infinito Particular.'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-2864981342891847136</id><published>2008-05-20T11:45:00.000-07:00</published><updated>2010-07-06T00:19:00.791-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relacionamentos'/><title type='text'>Fast As You Can</title><content type='html'>&lt;object width="640" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/I75_jdbPOZ4&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/I75_jdbPOZ4&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse clipe de Fiona Apple traduz um pouco muito sobre mim, acho. Bom, esse não vai ser a continuação de 'My Generation' mas talvez até fale um pouco muito sobre 'pessoas' de nossa geração ou não.&lt;br /&gt;Hoje queria abordar algo que me intriga bastante, acho que não só a mim, mas a todos que sofrem com esse mal que eu, definitivamente, não sei definir. O caso é que, voltando a música, se você for observar a letra dela, fala algo bem 'interessante' a respeito de relacionamentos - bom, pelo menos eu interpreto assim - e principalmente sobre o meu ponto de vista sobre o que eu faria com alguém (ou ao menos imaginava que faria), se tivesse algo a mais do que amizade... Mais ou menos como eu sempre fiz: usei, machuquei e desprezei, numa tentativa de me proteger do que poderia me 'machucar', sempre brincando antes que possam brincar comigo. E assim fui vivendo, sem precisar de ninguém pra me deixar feliz.&lt;br /&gt;Mas o interessante é que, em determinados momentos, senti falta de algum estímulo mas não o queria confundir com paixões/relacionamentos... Temos como exemplo o meu post de mais ou menos 1 ano atrás (http://www.fotolog.com/ana_ravenclaw/24653591, sim, estou feia e gorda oO), em que meu ponto de vista naquela época é o mesmo de hoje... Sendo que com aspectos diferentes: hoje sou dependente, deixo com que relacionamentos (sejam eles de namoro ou não) influam totalmente na minha vida e acho que isso é simplesmente um retrocesso... Será?&lt;br /&gt;Ainda defendo minha tese de que é muito superficial ter um estimulo movido a paixões, mas, enxergando hoje, vejo que todos os meus estímulos foram estes, mas com o intuito de me envolver e me retirar o mais breve possível, fazendo com que fosse um desafio pra alguém me prender (de volta a música, hehe).  Mais ou menos da seguinte forma: desafiar que 'prendessem', prender a pessoa, a largar e fazer com que ela voltasse, mas aí já estar interessada em outras coisas (no meu caso, sempre eram estudos)... Uma forma de misturar estímulos (continuar até encontrar 'alguém'), não se machucar por conta deles e me envolver com algo bem mais importante (numa balança TEÓRICA estudos valem mais do que paixões). Inclusive, acho que isso me viciou até a me machucar, pois se não nem teria graça.&lt;br /&gt;A coisa disso tudo é que... Agora, que me vejo sob outro aspecto (presa, dependente, teoricamente idiota), me pergunto até onde deve-se deixar alguém se envolver? Seja isso em namoros ou em amizades, até onde podemos deixar com que alguém te conheça sob todos os ângulos que você apresenta, todos os seus defeitos e qualidades, todos os seus modos de reagir as coisas... Até onde? Pois, pra mim, quando se conhece tudo de uma pessoa, quando ela já se torna 'previsível' ela se torna chata, cansativa e, no final, acaba perdendo a graça... E o mesmo deve acontecer com você... Mas... E se prender com máscaras fazendo com que você sempre se torne um enigma pra alguém (e idem ela pra você) até que aquilo se torne tão cansativo, tão cheio de coisas imprevisíveis que tudo se torne chato novamente? Até onde, inclusive, devemos deixar com que pessoas influam na sua vida a ponto de atrapalhar algo mais sério? Até onde podemos e devemos deixar que nossos estímulos nos levem a fazer algo (ou deixar de fazê-lo)? Porque se é tão importante encontrar aquelas pessoas que vão te ajudar a 'seguir', devemos deixar que elas te influenciem ou não? Todo ser humano é influenciável, mas podemos fazer ou deixar de fazer algo conscientemente por causa de alguém e aí que entra minha dúvida, se devemos deixar com que isso aconteça ou não... Até onde a importância dessa pessoa/influencia deve ir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei lá, durante muito tempo achei que NÃO devíamos deixar de fazer algo ou ser algo por causa de alguém... Mas hoje, que me vejo dentro da situação e que vejo que abandonei completamente meu jeito de ser (ou parte dele) por conta de uma pessoa, às vezes nem sequer vejo reciprocidade nisso, fico pensando se vale a pena ou não, pois minha teoria é contraditória tendo em vista que acredito que devemos mudar por conta das pessoas que te fazem bem, buscando ser melhor, devemos nós dedicar a ela e somente a ela, mostrar todos os seus ângulos (ou deixar que ela os descubra)... Mas será que essa é a coisa certa a fazer? Até onde deixar isso ir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que há mais indagações do que respostas nesse post, mas é algo que eu quero saber da opinião de vocês... Pois a minha anda, no mínimo, confusa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-2864981342891847136?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/2864981342891847136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=2864981342891847136' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2864981342891847136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/2864981342891847136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2008/05/fast-as-you-can.html' title='Fast As You Can'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-4759925024565305404</id><published>2008-05-08T10:16:00.000-07:00</published><updated>2008-05-08T12:25:12.224-07:00</updated><title type='text'>My Generation (parte 1)</title><content type='html'>Admito que não sei nem por onde começar esse post. Talvez porque seja um tema tão presente que haja tantas vertentes e, portanto, seja algo um tanto quanto difícil de explicar. (por isso a divisão entre as 'partes', pois sei que não será a primeira vez que vou falar sobre isso).&lt;br /&gt;O que quero dizer com isso? Bom, vamos analisar a juventude de hoje em dia, caros leitores! Partemos para a nossa geração, para de nossa idade (acredito que os que leiam isso aqui não passem da faixa de 20 anos, no máximo e daí pra baixo se enquadra no que quero dizer), para os dias de hoje e nossa 'querida' geração.&lt;br /&gt;Um video interessante (http://br.youtube.com/watch?v=ejUCAalMOyo) a muito me faz pensar, acho que talvez ele traduza mais ou menos o que quero dizer com esse post, a grande diferença é que este, vai ser analise mais 'superficial' de algo que está presente no meu dia-a-dia e, talvez, no de vocês também.&lt;br /&gt;O que observo hoje, parte desde escutar frases ridiculas vinda de meninas como "peguei 5 em uma noite só", que me fazem pensar... Quanto a ver os pseudo-intelectuais de hoje, cultuando o Niilismo, sem saber o que é existencialismo, no mínimo, e achar que aquilo é o que justifica todos os seus atos (e, principalmente, achar uma desculpa pra ter uma indiferença quanto a tudo que nos cerca). E, em outros casos, assistir a pessoas que se julgam 'politicamente corretas', 'limpas' e 'puras', sobre um 'salto' julgando todos a sua volta e achando que somente eles, por não fazer 'nada', que são os certos. Calma, calma, eu explico cada tópico.&lt;br /&gt;Me decepciona olhar em volta e ver pessoas que acham que aproveitar a vida ao máximo é simplesmente ir pra uma festa, beber todas e 'comer' uma pessoa aleatória (ou ficar, pra mim, no final, dá praticamente no mesmo). Talvez vocês me julguem como radical, por achar ridiculo o fato de alguém que não conhecemos enfiar a lingua na nossa boca e fazer o que quiser com o nosso corpo, tendo a única justificativa de que estão 'se conhecendo melhor' e que aquilo é algo 'normal'. Aliás, o que não é normal hoje em dia? Crianças bebendo, meninas perdendo a virgindade com 12/13 anos e achando tudo isso muito lindo e maravilhoso? Entendam, isso não é um culto ao conservadorismo nem nada do gênero, mas eu, como adolescente de apenas 15 anos, não vejo a necessidade dessa exaltação toda ao sexo e as drogas (deixa o rock'n'roll de lado, aqui no Brasil ele tá mais pra pagode), não acho conveniente que uma criança pratique aquilo, que tudo isso seja visto como normal, por que se não, o que não irá ser normal? O anormal é você poder enxergar tudo isso, é você defender que alguém não faça tudo em exagero, antes da idade que seu corpo julga como correta para determinados atos (e aí, estou falando tanto do físico quanto do psicologico, quantas pessoas que vejo que não tem estrutura pra decidir nada da sua vida estão praticando coisas que julgam como 'normais' e que podem levar a atos mais drásticos e graves?), continuando... O anormal é quem PENSA. (acho que não encontro palavra mais digna pra ser posta aqui).&lt;br /&gt;Além dessa massa medíocre que está a nossa volta, estão os que se julgam 'corretos', aqueles que levam a vida além de tudo com a razão, desprezando o nosso lado emocional e toda forma de prazer, o que, também acho extremamente ridiculo e irracional, de certa forma. O que quero dizer é: de que adianta viver sem experimentar o que a vida nos proporciona? De que adianta saber a teoria de tudo, saber a parte racional de tudo, se não podemos experimentar o lado emotivo, o lado do desejo, das coisas? É bem plausível que essas pessoas se fechem para seu próprio mundo, julgando os outros e achando que estão corretos, tendo em vista a 'bagunça' e palhaçada que são o 'grupo' que citei inicialmente e, estes de 'agora', talvez não queiram se contaminar.&lt;br /&gt;Talvez minhas colocações sejam um tanto quanto contraditórias... E, admito, sob certo ponto de vista, elas são. Porém, para mim, nossa juventude está com sede de equilibrio, com sede de conseguir pesar em suas atitudes o lado racional e o lado emocional das coisas, dos atos que podem ou não cometer. E exatamente por isso que associo tanta gente fazendo 'besteiras' e, ao mesmo tempo, tanta gente se fechando para seu mundo, trazendo a tona dois tipos de vida 'extremos' e que não consigo definir qual é o mais correto, porque nos dois há suas lógicas, porém, há seus lados negativos que poderiam ser justificados com o lado 'bom' do outro (enr, com isso quero dizer: eles se completam, mas deveria haver um tipo de equilibrio, certo?).&lt;br /&gt;E quanto ao meu ponto de vista sobre os pseudos-intelectuais, é uma pequena critica a respeito&lt;br /&gt;daqueles que já acordaram pra algumas pespectivas da vida (no caso, para perceber que algo tá errado) mas se fecham no seu comodismo extremo se apoiando em filosofias 'pessimistas' etc, tal como o niilismo, ou o próprio existencialismo. O que também acho errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja uma analise muito superficial (e realmente é), mas é algo que nos cerca e incomoda. Incomoda muito observar esse tipo de atitude e saber que estou sujeita a me tornar qualquer um dos lados (talvez eu já seja uma pseudo-intelectual, presa no comodismo das coisas, sabendo que estou errada e ainda assim, continuando), vendo pessoas com potenciais gigantescos acabando com suas vidas por não saber buscar um equilibrio, saber buscar algo que é natural do ser humano (aqueles que utilizam daquilo que chamam de CÉREBRO).&lt;br /&gt;Algo a se pensar... Mas, mesmo sabendo disso tudo, o que fazer? Daí chego a conclusão de que, realmente, não me admira que tantas pessoas caiam nesse comodismo extremo, tendo em vista que nunca se há/sabe o que fazer diante de uma geração como esta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(e desculpem a minha demora pra postar, é tudo uma questão de não saber como começar e como organizar os pensamentos).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-4759925024565305404?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/4759925024565305404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=4759925024565305404' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/4759925024565305404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/4759925024565305404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2008/05/my-generation-parte-1.html' title='My Generation (parte 1)'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7385028419671910842.post-8059473525901166971</id><published>2008-05-05T19:26:00.000-07:00</published><updated>2008-05-05T20:04:17.662-07:00</updated><title type='text'>Enr... Oi?</title><content type='html'>Ok, vamos tentar iniciar.&lt;br /&gt;Meu nome é Ana, tenho 15 anos e uma necessidade IMENSA de me expressar, algo bem natural entre as pessoas da minha idade. E, para tanto, criei esse blog com o intuito de, além do óbvio (necessidade de expressão), gravar e memorizar o que sou, para que um dia possa ler e analisar as mudanças que ocorreram ao longo do tempo, seja de opinião quanto de ortografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enr, acho que não há muito a ser dito nessa abertura, apenas que não espero que esse blog se destaque entre todos (já me conformei que não serei escritora mirim, obrigada), mas que possa passar minha opinião para quem o ler, podendo gerar debates acerca dela e também um pouco de alivio para quem vos escreve, pois, nesse mundo, com tanta coisa errada, o que é melhor do que um espaço para se manifestar e explicar um pouco do que se passa em sua cabeça?&lt;br /&gt;Então... Vamos lá! ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7385028419671910842-8059473525901166971?l=iluciddreams.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://iluciddreams.blogspot.com/feeds/8059473525901166971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7385028419671910842&amp;postID=8059473525901166971' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/8059473525901166971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7385028419671910842/posts/default/8059473525901166971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://iluciddreams.blogspot.com/2008/05/enr-oi.html' title='Enr... Oi?'/><author><name>Ana Ravenclaw</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10828259572680123435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_reOd5JYIXvA/Skso5BBZJdI/AAAAAAAAAEU/upV4ygLxez0/S220/80.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
